Com a chegada do período de chuvas, aumenta a preocupação com os alagamentos. Esse tema foi abordado na 41ª Reunião Ordinária da Câmara de Contagem, realizada na terça-feira (05/12). Durante o Grande Expediente, o tema foi pautado a partir de casos envolvendo o bairro Maria da Conceição, onde moradores sofreram nas últimas semanas com as fortes chuvas. As águas subiram e houve perda material. Há suspeita de que obras no local realizadas pela Prefeitura e por uma empresa seriam responsáveis pelos alagamentos.

Diversos vereadores se manifestaram sobre o assunto. O vereador José Carlos (Avante) cobrou da Prefeitura mais planejamento de execução e fiscalização. “Queremos esclarecimentos sobre os pontos de alagamento dessa cidade. Onde estão esses pontos que podem oferecer riscos para a população, não só no Maria da Conceição, mas também em outros bairros? Qual o investimento feito em micro e macrodrenagem em 2023 e quanto foi executado?”, disse o parlamentar.
As críticas foram endossadas por Hugo Vilaça (Avante), que mencionou que os problemas se repetem há anos, e por Abne Motta (sem partido), que alegou que os agentes da Prefeitura estiveram no bairro no período entre dois alagamentos recentes e que, ainda assim, o problema permaneceu.

A vereadora Moara Saboia (PT) pontuou que a prioridade do governo municipal no momento é atender aos moradores em situação de vulnerabilidade e buscar soluções. “Em um momento próximo, assim como em outros casos, a Prefeitura vai investigar e descobrir quem, de fato, é o responsável não só pelo alagamento, mas também pelas perdas que as pessoas tiveram a partir de uma obra que foi feita de forma irresponsável”. A parlamentar ainda destacou que a prefeita Marília Campos (PT) vem trabalhando para evitar novos alagamentos e citou obras no Riacho e na Cidade Industrial.
Daniel Carvalho (PSD) reforçou a importância da investigação sobre as obras para se apurar responsabilidades e lembrou que a prefeita esteve pessoalmente no local, garantindo o apoio à população. Por fim, Zé Antônio (PT) citou a importância de se pensar uma cidade com menos asfalto, garantindo maior absorção das águas pelo solo, o que poderia minimizar os efeitos das chuvas.
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